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Rafinha Gerente Esportivo São Paulo: Rui Costa revela negociação em 3 minutos

Por Redação 1Soberano em 19/02/2026 16:10

A chegada de Rafinha ao cargo de gerente esportivo no São Paulo foi marcada por uma celeridade impressionante. Segundo Rui Costa, executivo de futebol do clube, o acordo para sua permanência no Tricolor como dirigente demandou um tempo surpreendentemente curto: meros três minutos. Essa revelação foi feita em uma entrevista exclusiva concedida ao portal De Primeira, do Canal UOL.

Rui Costa fez questão de ressaltar a profunda identificação de Rafinha com as cores do São Paulo . Ele enfatizou que o ex-lateral consegue harmonizar de forma exemplar a paixão pelo clube com uma postura profissional rigorosa. O dirigente detalhou que a negociação foi direta e que Rafinha demonstrou, desde o início, a disciplina e a seriedade exigidas pela nova função.

A Conexão Emocional que Define a Contratação

"O profissionalismo pode conviver com a paixão, pode conviver com vínculos emocionais que transcendem o contrato. E é isso que ele trouxe para o São Paulo de novo. A negociação de contrato com ele durou três minutos. Foi o que eu ofereci e foi ele dizer: quando é que eu assino?", declarou Rui Costa, evidenciando a prontidão do jogador em abraçar o novo desafio. O executivo complementou, descrevendo a dedicação de Rafinha desde sua chegada: "E o que ele aporta para nós, desde o dia que ele chega até o momento em que ele sai, agora eu vinha para cá e ele disse, Rui, eu vou te esperar quando tu voltar que eu quero falar contigo."

A rápida adaptação de Rafinha à função foi outro ponto destacado por Costa. "Ou seja, eu trabalhei em vários clubes com figuras parecidas com esse perfil de ex-atletas, ele rapidamente incorporou uma disciplina profissional, de anotações, de postura. Ele não está lá porque ele é o Rafinha , ele está lá já desempenhando a função de um gerente esportivo e tem sido uma figura fundamental para o nosso processo."

O Legado Emocional de Rafinha no Tricolor

O executivo compartilhou uma lembrança marcante que ilustra o comprometimento de Rafinha com o São Paulo , mesmo em seus momentos iniciais no clube. "A ideia é de muitos. Eu sou entusiasta da ideia porque eu convivi com o Rafinha como capitão do time. E convivi com o Rafinha em momentos que o torcedor não sabe, momentos difíceis do grupo, momentos em que nós tínhamos que negociar débitos, momentos em que havia uma frustração muito grande por uma derrota."

A emoção sentida por Rafinha após a derrota na final da Sul-Americana foi um divisor de águas, segundo Rui Costa. "Eu me lembro, e eu faço questão de contar isso para o torcedor, quando nós perdemos a Sul-Americana, eu entro no vestiário, estamos todos absolutamente devastados, porque era um título que nós queríamos muito conquistar. No meu caso, eu seria bicampeão da Sul-Americana. É um título, obviamente, que o São Paulo merece muito mais do que isso, mas quando o São Paulo entra numa competição, ele tem que ser campeão. E de todos que estavam lá, todos muito abatidos, quem chorava copiosamente era o Rafinha . E aquilo me acendeu uma chama que nunca apagou. Não é possível que um cara que conquistou tudo que ele conquistou, um cara que fez o futebol que ele fez, esteja tão envolvido emocionalmente com o clube que ele chegou há pouco tempo comparado com outras trajetórias. Aquilo me marcou muito", concluiu Rui Costa.

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