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Roger Machado busca diminuir dependência do São Paulo de Marcos Antônio em 2024

Por Redação 1Soberano em 13/03/2026 11:11

Na sua estreia à frente do São Paulo, Roger Machado testemunhou uma atuação de gala de Marcos Antônio. O meia foi o maestro em campo, orquestrando o jogo, servindo um passe preciso para Luciano inaugurar o placar e, em seguida, um lançamento primoroso que permitiu a construção do segundo gol, finalizado por Calleri. Essa performance reforça uma observação recorrente: a equipe exibe um padrão de jogo competitivo e talentoso quando o camisa 8 está presente, liderando o campeonato. Contudo, a sua ausência deixa um rastro de incertezas, configurando-se como um dos principais entraves do Tricolor nos últimos meses.

Essa dependência foi um fator crucial na eliminação do São Paulo na Libertadores do ano passado, diante da LDU. Naquela ocasião, sem a presença de Marcos Antônio , e ainda sem contar com a energia inesgotável de Danielzinho, o time demonstrou uma notável carência de criatividade e vitalidade no setor medular.

O Meio-Campo Sob Nova Liderança

Em coletiva de imprensa, abordei Roger Machado sobre a relevância de Marcos Antônio na concepção tática que ele almeja para o São Paulo . O novo comandante, embora tenha enaltecido o desempenho coletivo, não minimizou a importância do camisa 8.

"Abracei ele no campo e falei que ele jogou de terno! Jogou muito! Não conseguiria destacar apenas o Marcos, o time teve outros destaques importantes, mas o destaque do meio de campo na figura do Marcos foi muito importante. Participou ativamente dos gols, interminável com sua energia. A mesma energia e intensidade sempre. Esses jogadores são o coração do meio de campo. Pra que eu consiga ter três na frente com capacidade de artilharia, eu preciso de um tripé de meio muito forte", declarou Roger.

Roger Machado busca diminuir dependência do São Paulo de Marcos Antônio em 2024
Foto: (Marcello Zambrana/AGIF)

Estratégias para Equilibrar o Elenco

Um ponto crucial levantado por Roger, e que considero o mais relevante para o planejamento da temporada, é a busca por alternativas dentro do próprio elenco para mitigar essa dependência e permitir o rodízio do meia. Essa é uma necessidade para otimizar o desempenho e a longevidade dos atletas.

"Eu preciso de peças pra substituir, porque dificilmente os três vão ficar em campo o jogo inteiro, vou precisar trocar. No vestiário o Nicolas, me disseram que jogou por dentro. Pedi pra ele se ele está disposto nos treinamentos eu dar uma olhadinha pra ver se ele consegue fazer essa função. A gente vai precisar de peças de recomposição naquele lugar, temporada é longa e o desgaste também", complementou o treinador.

O Teste com Nicolas e a Busca por Intensidade

A iniciativa de Roger Machado em explorar a versatilidade de Nicolas , um jogador reconhecidamente mais técnico e que vinha sem espaço na lateral, surge como uma estratégia promissora. Essa adaptação pode ser a chave para preencher lacunas e oferecer novas dinâmicas ao meio-campo tricolor.

A real conquista para o torcedor são-paulino ocorrerá quando o novo comando apresentar uma equipe capaz de criar, defender e avançar com a mesma excelência e vigor, independentemente da presença de seu principal jogador no setor central do campo. Este é, sem dúvida, o maior desafio a ser superado.

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