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São Paulo: PVC Revela Quem Realmente Comanda o Vestiário Tricolor

Por Redação 1Soberano em 12/02/2026 17:31

A fase mais positiva do São Paulo na temporada atual parece estar diretamente ligada a um ambiente interno mais harmonioso e a uma definição precisa sobre quem detém o poder no departamento de futebol. Essa percepção foi compartilhada por Paulo Vinícius Coelho em sua análise no programa "De Primeira", veiculado pelo Canal UOL.

Segundo a visão de PVC, a inclusão de Rafinha na posição de gerente esportivo, somada à ascensão do presidente Harry Massis Jr. em decorrência do afastamento de Julio Casares, contribuiu significativamente para a estabilidade que se observa no vestiário tricolor.

A Autoridade de Rafinha e a Nova Gestão

Paulo Vinícius Coelho detalhou o cenário, afirmando: "Eu acho que não tem só o Rafinha , tem uma série de questões e principalmente saber quem vai entrar no vestiário. Quem entra no vestiário hoje é o Massis, Rui Costa e Rafinha . A ideia do Rafinha como gerente foi do Rui Costa, porque o Rui Costa entendia que tinha o Rafinha uma liderança de vestiário do tempo em que ele ajudou a ganhar a Copa do Brasil. E o Rafinha tá demonstrando isso, ele entra no vestiário com autoridade de quem pode falar coisas, porque jogou nesse mesmo grupo, porque foi parceiro desses mesmos jogadores e porque conhece a linguagem de vestiário."

O comentarista relembrou um período de incerteza anterior: "O grupo que recebeu muito mal o Márcio Carlomagno em outubro do ano passado, que ele andou chutando o pé da porta, e os jogadores não entenderam bem, naquele momento, se deviam se reportar ao Carlomagno ou ao Belmonte, ou ao Rui Costa, ou ao Julio Casares, quem é que mandava naquele vestiário. Hoje os jogadores sabem quem manda no vestiário. Tanto sabem que o Crespo, que ajuda a mandar no vestiário, tomou um pito por ter dito que ia brigar contra o rebaixamento."

Organização Interna: A Base da Recuperação Tricolor

O jornalista Pedro Lopes corroborou a ideia de que a melhora no Tricolor transcende a presença de Rafinha . Para ele, a alteração mais crucial foi a delimitação de responsabilidades claras no cotidiano do futebol do clube.

Pedro Lopes explicou a situação anterior e a atual: "O futebol do São Paulo estava uma zona. Você tinha Departamento Médico com racha interno, com pessoas que não se gostam. Você tinha o diretor de futebol, que era o Belmonte, mas já meio fora da gestão, com o CEO junto, que também dava ordens. Então a questão não é só o Rafinha , é colocar ordem na casa; ter uma pessoa para responder, os jogadores respondem para o Rafinha e para o Rui; ter um andamento normal de dia a dia, sem notícias políticas. Eu acho que vai além do Rafinha , é a organização do ambiente, que voltou a ser um ambiente de trabalho normal, né? Pode não ser um superambiente, mas é um ambiente normal."

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